Caminhada reforça campanha Outubro Rosa em Rio Bonito

Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. O ditado popular serve para exemplificar a importância da prevenção do câncer de mama. Afinal, esse tipo de câncer é o que mais mata mulheres em todo o Brasil, sendo o segundo tipo em incidência geral, atrás apenas do câncer de pele. Em contrapartida, a prevenção, simples e eficaz, começa pela conscientização das mulheres. Foi com esse objetivo, que os moradores de Rio Bonito se vestiram de rosa nessa terça-feira (10) e participaram de uma caminhada para reforçar a campanha “Outubro Rosa” de conscientização e combate ao câncer no município.

O evento contou com a participação do prefeito José Luiz Mandiocão, da vice-prefeita Rita de Cássia Borges, do secretário de Saúde, Matheus Neto, além de vereadores, secretários municipais, médicos, enfermeiros e profissionais da área de saúde, entre outros. Durante o mês de outubro, serão promovidos uma série de ações voltadas à prevenção e diagnóstico precoce da doença, uma das principais causas de mortes entre as mulheres.

Durante o trajeto foram distribuídos panfletos educativos sobre a campanha de prevenção ao câncer de mama. A concentração foi no Ambulatório Municipal Manoel Loyola Junior, na Mangueirinha, a partir das 9 horas. Depois o grupo seguiu em direção a Praça Fonseca Portela, no Centro, onde aconteceu um aulão de zumba e atividades aeróbicas.

Segundo o medico da Secretaria de Saúde, doutor Luiz Augusto Santana, há vários tipos de câncer de mama, mas alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos. Ele explicou que esse é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele.

“Muitas vezes lembramos somente do câncer de mama, mas o câncer de pele também é muito perigoso. Por isso, antes de sair de casa é fundamental passar protetor solar. Mas pouco gente tem esse costume e fica sujeita a contrair a doença”, garante o médico.

O câncer de mama apresenta sinais e sintomas em suas fases iniciais. No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde, assim como a da Organização Mundial da Saúde, é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos. É nessa faixa etária que cresce a incidência da doença. Contudo, entidades como a Sociedade Brasileira de Mastologia defendem a realização dessa radiografia das mamas anualmente a partir dos 40 anos.

 

Foto: Divulgação